8 de fev de 2011

Cavalinha

NOME CIENTÍFICO: Equisetum giganteum L.

NOMES POPULARES: cavalinha-gigante, cauda-de-cavalo, cauda-de-raposa, cauda-equina, pinheiro, árvore-de-natal, rabo-de-cavalo, cola-de-cavalo, milho-de-cobra, rabo-de-raposa, rabo-de-cobra, rabo-de-rato, erva-canudo, erva-carnuda, lixa-vegetal, cana-de-jacaré.

Esta espécie é amplamente utilizada na medicina caseira de longa data em toda a América do Sul. As hastes estéreis são usadas na forma de chá como adstringentes, diuréticas e estípticas. Também são empregadas no tratamento da gonorréia, diarréias e infecções dos rins e bexiga. Na forma de tintura, uso interno e externo, estimula a consolidação de fratura óssea. Para uso como diurético; tratamento de afecções dos rins e da bexiga; contra hemorragias nasais; anemia; calcificações de fraturas; e  eliminação do ácido úrico, a literatura recomenda o uso do chá preparado com fervura (uma colher de sopa de pedacinhos de suas hastes picadas em água suficiente para dar uma xícara das médias. Deve ser bebido na dose de uma xícara duas vezes ao dia).

Na composição química: alcalóides piridínicos, nicotina, palustrina, flavonóides glicosilados da apigenina, quercetina, campferol, derivados dos ácido clorogênico, caféico e tartárico. Também se constatou a presença da tiaminase, também chamada de vitamina B1 ou aneurina.

LORENZI, Harri; MATTOS, João Roberto Loureiro. Plantas medicinais no Brasil: nativas e exóticas. Nova Odessa: Instituto Plantarum de Estudos da Flora, 2008. 544p.

Um comentário:

  1. Já ouvi falar também do lado negro desta planta. Ela é tóxica para muitos animais, causando incoordenação motora, diarréia, hipotermia, dentre outros. Ótimo artigo!

    PS: Você deveria fazer um twitter para que possamos acompanhá - lo com mais frequencia.

    Cláudio Barbosa

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